Da série “Em nome de Deus”

maio 3rd, 2012

Não vou comentar. Cada um que pense o que quiser… mas lembrem-se… é tudo “Em nome de Deus”!

Agora me fala… rs… que saudade do Tim Tones, não é verdade?! rsrs

Mais um post da série “Em nome de Deus”

março 25th, 2012

Em homenagem ao nosso querido Chico Anysio, vou postar um vídeo de um de seus melhores personagens.

Mas, mesmo sendo um momento delicado pela ida de um grande artista, não posso me furtar ao uso desse post para construir uma crítica.

Logo após o vídeo em homenagem ao Chico Anysio, vou postar o link para uma matéria da Folha, que esta no UOL, onde poderemos ver que, com certeza, se estivéssemos em outra época, o vídeo da matéria que segue serviria de inspiração para o nosso mais ilustre comediante criar um personagem um tanto quanto verídico, mas, claro, onde qualquer semelhança com a realidade seria mera coincidência, “Amém”?!

Segue a homenagem:

Agora, segue a inspiração:
Clique aqui para ver a matéria

Fiquem todos bem.

Da série “Em nome de Deus”

março 25th, 2012

Já ouvi samba gospel, rock gospel, metal gospel, forró gospel, FUNK gospel (pois é, né), capoeira gospel, reggae gospel, e um monte de coisa “do demo”, só que tudo gospel.

Analisando a situação, acho que em pouco tempo irei ouvir afoxé gospel, maculelê gospel, ijexá gospel e, quando acharmos que não há mais o que acontecer, iremos conhecer o “Terreiro Gospel de Pai Pastor do Midacá”.

Mas como será em nome de Deus, tudo bem, eles estarão salvos, e nós não, pois somos “do demo”, como era Chico Xavier.

Boa semana e fiquem todos bem, “em nome de Deus”, tá?!

“Oh, paisinho de merda!” – você também acha?

março 22nd, 2012

Se sim, então me desculpe, mas você esta sendo um cínico, covarde, que não assume sua responsabilidade cidadã.

País = espaço geográfico delimitado, com sua história própria e cultura, costumes, onde vive uma nação.
(http://houaiss.uol.com.br/busca.jhtm?verbete=pa%EDs&stype=k)
Nação = reunião de pessoas da mesma cultura, costumes e, geralmente, características étnicas, que constituem um país.
(http://houaiss.uol.com.br/busca.jhtm?verbete=na%E7%E3o&stype=k)

Considerações:
1. Não existe país sem nação
2. Nação é uma reunião de pessoas
3. Nunca vi árvore, pedra, chão, rio, animais e vegetais, votando em ninguém
4. Se os políticos não prestam, não é culpa do “território geográfico delimitado”, e sim da sua nação, ou seja, VOCÊ, EU, ELES, NÓS

O Tiririca não roubou sua vaga na política. Ele simplesmente fez algo que eu ou você podemos fazer: se candidatou. Quem tem culpa somos nós, que aprovamos, com nosso voto, sua aprovação para ocupar o cargo que ocupa.

Sarney esta lá porque NÓS votamos nele.
A Dilma, Lula, FHC, Serra, Collor, etc, etc, etc, etc, etc.

TODOS ESTÃO LÁ PORQUE NÓS VIVEM DIZENDO QUE POLÍTICA E RELIGIÃO NÃO SE DISCUTE.
TODOS ESTÃO LÁ PORQUE NÓS APRENDEMOS COM NOSSOS PAIS QUE FALAR DE POLÍTICA NÃO LEVA A NADA, E NÓS NÃO FAZEMOS NADA PARA MUDAR ISSO.
TODOS ESTÃO LÁ PORQUE NÓS TEMOS PREGUIÇA DE IR PARA AS RUAS FAZER PROTESTOS.
TODOS ESTÃO LÁ PORQUE NÓS TEMOS VERGONHA DE DARMOS A CARA PRA BATER, QUANDO PODERÍAMOS ESTAR NUM BAR OU NUMA BALADA AZARANDO, BEBENDO, COMENDO, DANÇANDO.

Então, ENTENDA, DE UMA VEZ POR TODAS: NÓS SOMOS OS CULPADOS POR NOSSO PAÍS “PARECER” UM PAISINHO DE MERDA, POIS NÓS PREFERIMOS O BBB E O FACEBOOK DO QUE UM BOM LIVRO OU UMA BOA RODADA DE DEBATES QUE, NÓS CHAMAMOS DE “PUTA PAPO CABEÇA CHATO, FORA DE HORA”.

Então, se você ainda assim acha que o seu país é um paisinho de merda e que você não tem culpa de nada, porque não vai morar na França, Itália, Espanha, Portugal, Inglaterra, EUA, onde te chamarão de macaco oportunista e tirador de vaga de trabalho dos “legítimos” desses países?

VAI, TCHAU… BOA VIAGEM.

“Eu achei que era samba…”

março 9th, 2012

Um dia um colega de bairro, sabendo que eu tocava Pandeiro, bateu na porta de casa e disse: “Robinho, tudo bem? Olha só, falei com um tio meu que toca pandeiro e disse que queria aprender a tocar. Ai ele falou pra eu comprar um bom disco de Samba e ouvir muito, até pegar a batida do pandeiro. Ele falou de um cara ai que eu achei que era samba, mas não é não. Paguei R$ 40,00 no CD duplo e o disco é uma m……. Se você quiser, te vendo ele por R$ 20,00, só pra não perder toda a grana”.

Fiquei curioso. Perguntei de quem era o CD e ele, tirando o mesmo de uma sacola, me mostrou. Vejam vocês mesmos:

Não consigo dizer o que senti na hora. Não tinha esse disco e, automaticamente, sem pensar muito, eu disse: “Olha colega, só tenho R$ 15,00. Se quiser, eu fico com ele. Mas você tem razão, não é muito bom não. Só vou comprar pra você não ficar no prejuízo total, te dar uma força”.

Foi assim que comecei a minha coleção de discos do Paulinho da Viola, o maior sambista de todos os tempos na minha humilde opinião.

E em homenagem ao Mestre Paulinho da Viola, mais um link que estou ouvindo agora, enquanto escrevo este post. Recomendo o site viu, é bom demais:
http://www.sambaderaiz.net/samba-e-choro-negro-paulinho-da-viola/

Um bom fim de semana para todos vocês.

Fiquem bem.

Internet, um mundo livre. Será?

janeiro 9th, 2012

As pessoas parecem gostar de se surpreender com coisas óbvias.

Antes de mais nada gostaria de pedir que tenham a paciência de assistir ao vídeo que segue. Eu posso garantir que se não for de interesse imediato, em algum tempo, pouco talvez, será tópico de algum assunto entre você e algum familiar, ou amigo ou no trabalho ou onde for, mas que esse tema vai chegar até você, vai, se é que não chegou.

Segue o vídeo:

Sou formado em Comunicação Institucional e, nesse curso, somos preparados para conhecer de forma não profunda diversos setores que envolvem a comunicação de uma empresa, com foco no relacionamento interno e externo.

Alguns professores se aprofundavam mais em suas matérias e, me lembro nitidamente da Professora Josiane e da Professora Laura, “História da Comunicação” e “Realidade Sócio, Econômica e Política Brasileira”, respectivamente, falarem da manipulação que a mídia exerce sobre nós, meros coadjuvantes num mundo de tanta informação e pouco entendimento, um mundo de analfabetos funcionais. Me lembro também da Professora Patrícia que indicou o livro “Padrões de manipulação na grande imprensa: Um ensaio inédito de Perseu Abramo”, e da Professora Sandra, que me acompanhou na Semana de Comunicação de 2007, na Uniban, quando fiz uma pergunta para duas jornalistas da Globo que insistiam em dizer que nunca sofreram manipulação em seu trabalho, enquanto no telão gigante do anfiteatro passava cenas do acidente da TAM, em Congonhas, com fotos intercaladas do então Presidente Lula. Manipulação do tipo que trata o telespectador como ignorante, desinformado. Quero aproveitar para deixar claro aqui uma coisa. A jornalista que escreveu a matéria sobre o acidente, minutos antes contava que seu editor pediu para que ela fizesse uma matéria, certa vez, que desse a entender que o brasileiro não come peixe por falta de cultura. Ela insistia, depois de pesquisas e depoimentos, que o problema é o preço. Mas o editor não aceitou e fez com que a matéria fosse para o ar dizendo que o brasileiro não come peixe por conta da cultura. Por conta dessa historinha eu fiz a pergunta da manipulação e ela, achando que eu e o resto dos que estavam lá fossemos um bando de idiota, veio com lorota de que nunca sofrera com esse tipo de ação da emissora que trabalhava.

Quem me conhece sabe que gosto muito do debate, seja ele qual for, e que gosto muito de passar adiante o que aprendo, tal qual gosto de absorver informações vindas de fontes confiáveis (Fernando Esteves, grande companheiro de trabalho, jornalista, de opinião forte e argumentador, tanto quanto eu, é quem sabe dos almoços no Bassano, junto ao Zocchi, Guga, Bin,Marcelinho, rsrs, grandes tardes de debates). Sempre que alguém me fala algo que me parece suspeito, vou pesquisar e procurar saber mais. Sempre que quero falar algo para alguém, procuro, na medida do possível, saber da fonte para que, na dúvida, se tenha de onde tirar a “prova de reis”, rs.

Porém, muita gente não é assim. Muita gente se acomoda e prefere se fazer de cego para não ter que ver o que não quer, ou o que dará trabalho demais.

Muita gente prefere ficar no anonimato de que saber que terá que se virar para fugir das rédias do imperialismo. A zona de conforto, o maldito buraco do sofá, é mais “gostoso” que a “faixa de gaza” de cada um com sua própria realidade.

Ser alienado é muito mais fácil que TENTAR ser alguém que sabe que é dominado e, de certa forma, tenta reinventar caminhos pra fugir, por tão rápido que seja, do “destino pré-determinado” que a mídia e a imprensa, o governo e os empresários, a propaganda e o marketing tentam nos reservar.

Tenho amigos que acreditam que o Campeonato Brasileiro de Futebol não tem grana rolando por baixo dos “gramados”.
Tenho amigos que acreditam que a Folha de SP, o Estadão, o O Globo e tantos outros jornais, ainda tem opinião própria.
Tenho amigos que acreditam que a Globo faz mais bem que mal.
Tenho amigos que acreditam que as novelas prestam um serviço social.
Tenho amigos que ainda vão ler isso e vão dizer assim: “hahaha, o Robinho é F#D@, se viu… tá lá de novo falando daqueles barato lá. Ele é ‘mó’ viagem”, e vão dizer para os filhos que eu sou o “tio louco”.

É. Infelizmente tem gente que vai morrer achando que tudo isso não passa de uma “teoria da conspiração”, enquanto tem “outras gentes” que vão morrer pela conspiração, e outras que vão morrer conspirando.

Eu, honestamente, não sei como gostaria de morrer, mas sei que muito dificilmente será do jeito que eu quero, porque até isso os 2% que mandam no pais querem decidir por mim e por você.

Se você se impressionou com o vídeo acima, deveria ter prestado atenção que no seu MSN aparecem propagandas relacionadas aos assuntos os quais você conversa em seus e-mail´s ou conversa com seus amigos. Deveria ter percebido que no GMail acontece o mesmo. No Orkut e em todas as redes sociais. Preste um pouco mais de atenção e você verá que o controle sobre você já é exercido há muito, mas muito tempo.

Ai vão me perguntar: “Mas então, o que vamos fazer? O que você faz?”, e eu digo: “Nada”. Quer dizer, basicamente nada. Mas trago comigo que o problema não é sermos dominados. O real problema é não sabermos que somos dominados (também ouvi isso na Faculdade, que aliás dizem que é uma instituição ruim, mas que eu tenho o maior orgulho de ter feito, talvez não pelo nome que carrega, mas pela lealdade com que os profissionais que ali se doaram para nos instruir agiram durante todo o decorrer das aulas).

Tchau. Fiquem todos bem.

Esse é o Saraiva “de verdade”

janeiro 9th, 2012

“Se todos fossem no mundo iguais a você”.

PREFEITO LITUANO A.ZUOKAS PASSA COM TANQUE EM CARRO PARADO EM LOCAL PROIBIDO

link da notícia: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/953175-prefeito-lituano-passa-com-tanque-em-carro-parado-em-local-proibido.shtml

link do vídeo:

Um 2012 feliz depende somente de nós

dezembro 30th, 2011

Quem em 2012 nós tenhamos a coragem necessária para sermos melhores, porque é só o que nos falta, coragem.

Cartão 2011/2012

A vez do touro

julho 18th, 2011

Quando criança, disputava com os amigos sobre “interpretar” um porche ou uma ferrari com nossas bicicletas, no circuito traçado a tijolo em pleno asfalto.

Na adolescência, o desejo era o GTi, azul e cinza, com rodas orbitais, vidro fumê e se possível com turbo.

Ai, virando homem, veio a Ranger. Ah, essa fez história. A vontade de ter uma Ranger foi tanta que fui até a loja, pesquisei, assinei a pré-compra, mas fui “impedido” de comprar por só caberem duas pessoas na cabine. Oriundo de família humilde, não dava pra ter um carro que não suportasse a irmã com o cunhado e a mãe. Isso era egoismo demais.

Bom, já em plena atividade e ganhando meu sustento, entendi que Porches, Ferraris, Rangers, GTis, são carros tipo “objetos do desejo”, uns impossíveis e outros inviáveis.

Ai vieram os “mil”.

Só que depois de tanto tempo sem sonhar, inventam um negócio que me leva, de volta, aos tempos idos. O que é isso? Ferrari? Não. Porche? Não. Lamborguini? SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM.

Ela já existe há muito tempo, mas o que estão chamando de Aventador, ah meus Deus, isso sim é de se sonhar. Conseguiu tomar o lugar do Corvete, que para mim era o melhor de tudo (sim, sempre achei os corvettes algo acima de qualquer suspeita).

A “Lamborga” (se me permitem) de sobrenome Aventador, é algo que eu pagaria caro, muito caro para tê-la e ter condições de tê-la, claro, rs, porque uma dessas na garagem não quer dizer nada se não puder botá-la pra “andar”.

Vejam o vídeo promocional pego no uol e me digam se há outro carro tão atraente quanto este? O que? Bugatti? Que “bug” que nada. Pode até andar e ser mais caro, mas não tem a “pegada” do Touro Italiano.

Bom divertimento, e fique bem.

Fonte: clique aqui

Site Violão Brasil

julho 6th, 2011

Foto: Robson de Almeida

Olá.

Gostaria de deixar aqui uma indicação de site para quem é apaixonado por música, mais especificadamente por violão.

O site Violão Brasil foi lançado no último dia 2 de julho. Veio ao mundo para servir como local de pesquisa e troca de informações sobre o tema.

Segue texto da página de abertura do site, escrito pelo editor, Tiago Cesquim:

Carta do editor

Aqui está o site violaobrasil.mus.br, tributo à arte brasileira que produziu uma das mais sofisticadas e ricas expressões da cultura nacional. O violão é um ícone da música do Brasil, presente nas manifestações folclóricas dos diversos recantos do país, nos variados gêneros de sua música popular e em incontáveis composições e salas de concerto da música erudita.
Este trabalho foi feito com muita paixão, amor e, certamente, prazer, para prestar homenagem ao instrumento e seus músicos, aos luthiers e compositores que permitiram e permitem à cultura violonística brasileira ser uma das mais admiradas e respeitadas do mundo. O violão vadio, como tantas vezes foi chamado, tornou-se meio expressivo de excelência, usado como instrumento de deflagração das emoções na alma dos brasileiros.
Teria mesmo de citar primeiramente o Sr. Ronoel Simões, acredito, o maior admirador brasileiro do instrumento, que por sete décadas viveu intensamente dedicado ao violão. Graças a ele, muito da nossa riqueza foi preservada, produzida e usufruída. Sem ele nem mesmo este site seria possível, pois este trabalho é o fruto maduro da convivência em sua academia de violões.
Muitos são também os violonistas que com sua arte e talento inspiraram a realização deste trabalho:
Alessandro Penezzi, que conseguiu criar uma fina síntese entre a cultura popular e a erudita, para representar nas cordas os profundos vales da espiritualidade do povo brasileiro;
Aliéksey Vianna, que com uma incrível capacidade técnica e inteligência musical demonstra que o violão do Brasil é, no presente, tão rico quanto o foi em suas expressões na história;
Fábio Zanon, erudito e sofisticado representante do Brasil nas mais importantes salas de concerto do mundo, autor do monumental registro sobre o violão brasileiro, em sua série de programas de rádio, e um dos grandes estimuladores da cultura violonística atual do país;
Giacomo Bartoloni, referência para os pesquisadores do violão, doutor que apoiou este trabalho e pessoa fundamental no desenvolvimento da arte violonística dentro das universidades brasileiras;
Paulo Bellinati, que além de seu excelente trabalho como intérprete, é compositor de grandes obras musicais que desafiam os instrumentistas e deleitam os ouvintes;
Vitor Garbelotto, amigo virtuose do instrumento, premiado e reconhecido, e autor, ainda jovem, da histórica gravação Radamés Gnattali: integral para violão solo.
Essa lista se estenderia ao infinito, e por isso montamos o site. Aqui temos espaço para homenagear, lembrar e divulgar os muitos e tantos autores, intérpretes, luthiers, professores; os personagens do círculo violonístico enfim.
Tenho, no entanto, que realizar alguns agradecimentos aqui. Em primeiro lugar ao Ministério da Cultura, que por intermédio da Funarte reconheceu a importância do violão brasileiro ao apoiar este projeto, e à administradora cultural Flávia Esteves, que atendeu sempre com muita atenção às nossas solicitações. Ao luthier Raimundo Saraiva, que além de fabricar o instrumento com o qual faço minha prática, cedeu um fim de semana para produzirmos o vídeo presente neste site. Por falar em vídeo, agradeço a Daniel Rotatori, que para muito além de dirigir e montar o filme, cativou seu círculo de amizades para a produção de um incrível registro sobre a luteria brasileira e para outros, que teremos em breve. E claro, ao mestre fotógrafo Marco Aurelio Olimpio, que não pela primeira vez respondeu prontamente à minha solicitação para colaborar num trabalho, e para quem a música brasileira como um todo deve o tributo por mais de duas décadas de imagens musicais. Ao web designer Luis Henrique Rodriques, que colocou muito mais que trabalho na construção deste site, e que juntamente com Fabiana Cesquim deram beleza à essa publicação que agora aqui está.
Gostaria de uma última homenagem. À minha filha Ágata Cecília, que abriu mão, por diversas vezes, da companhia de seus pais para que este site pudesse acontecer, compreendendo, embora ainda tão pequenina, as horas extras necessárias que um trabalho dessa natureza precisa para ser realizado. Em breve, nesta página, teremos uma animação — homenagem das artes plásticas — para o que seria, em nosso entender, o violão contemporâneo de vanguarda. Por enquanto, fica esta carta do editor como boas-vindas, que se encerra com um muito obrigado ao violão brasileiro, pela substância, e aos seus colaboradores, pela forma.

Tiago Cesquim
Editor

Desejo aos seus idealizadores toda sorte do mundo, pois é de trabalhos como esse, vindo de pessoas boas e sérias, que precisamos para continuar tendo forças de lutar contra correntes midiáticas que só fazem aparecer vulgaridade na nossa cultura.

Já disse e repito: “Tiago, conte comigo. No que puder, terei o maior prazer em colaborar”.

Um grande abraço e conto com a visita de todos vocês no Violão Brasil.

Grande abraço.

Fiquem todos bem.